terça-feira, 24 de novembro de 2009
Mais Você
O programa da Ana Maria Braga, Mais Você, já está há 10 anos ocupando o horário da manhã da TV Globo.
Como diz o ditado "o que é bom, dura pouco".
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Mario
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Rio sem Luz... de novo
Voltou a faltar luz na Zona Sul do Rio. Os bairros do Leblon, Ipanema e Lagoa ficaram hoje a tarde.
Segundo a Light o sistema foi interrompido preventivamente por questões de segurança da rede de distribuição.
A Ligth atribui as constantes quedas de energia nos últimos dias ao "período mais quente dos últimos quatro anos" e ao fato da "população do Rio estar consumindo mais energia" citando como exemplo que "as vendas de equipamentos de ar condicionados subiram acima da média".
Ou seja a culpa é sua consumidor!!
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Mario
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XVII - Mário Quintana
Quando eu morrer e no frescor de lua
Da casa nova me quedar a sós,
Deixa-me em paz na minha quieta rua...
Nada mais quero com nenhum de vós!
Da casa nova me quedar a sós,
Deixa-me em paz na minha quieta rua...
Nada mais quero com nenhum de vós!
Quero é ficar com algumas poemas tortos
Que andei tentando endireitar em vão...
Que lindo a Eternidade, amigos mortos,
Para as torturas lentas da Expressão!...
Que andei tentando endireitar em vão...
Que lindo a Eternidade, amigos mortos,
Para as torturas lentas da Expressão!...
Eu levarei comigo as madrugadas,
Pôr de sóis, algum luar, asas em bando,
Mais o rir das primeiras namoradas...
Pôr de sóis, algum luar, asas em bando,
Mais o rir das primeiras namoradas...
E um dia a morte há de fitar com espanto
Os fios de vida que eu urdi, cantando,
Na orla negra do seu negro manto...
Os fios de vida que eu urdi, cantando,
Na orla negra do seu negro manto...
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Mario
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Na Revista Carta Capital desta Semana
Confira na edição da Revista Carta capital desta semana as duas reportagens abaixo. São excelentes.
Golpe contra camponeses (Leandro Fortes): Um reforma agrária às avessas tirou terras de pequenos agricultores e as entregou a figurões como a senadora Kátia Abreu
Muito de negativo do que se fala do regime iraniano é verdadeiro. O Irã é o segundo país do mundo em execuções (depois da China) e um dos muito poucos a aplicar a pena de morte a menores de idade e comportamentos como homossexualidade e adultério. A democracia é limitada, pois a cúpula clerical veta à vontade candidatos e projetos que lhe desagradem e não há fiscalização confiável do processo eleitoral. Protestos contra o sistema podem ser reprimidos e punidos com prisão, às vezes morte.
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Mario
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Aumenta violação de direitos humanos de populações afetadas por hidrelétricas, diz relatório
Um relatório, que está sendo elaborado pelo Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) em conjunto com a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, constata que tem aumentado, nos últimos anos, a violação de direitos humanos das populações afetadas pelas grandes hidrelétricas no Brasil.
Segundo informou à Agência Brasil Luiz Dalla Costa, da coordenação nacional do MAB e membro da rede de organizações da sociedade civil Plataforma BNDES, todas as denúncias formuladas desde 2005 foram confirmadas.
Dalla Costa disse que foram registradas violações do direito ao trabalho, à moradia, à livre circulação e, inclusive, ao acesso à água e à energia. Até o início do próximo ano, o relatório estará concluído e será divulgado pela SEDH.
A Plataforma BNDES realiza entre os dias 23 e 25 deste mês, no Circo Voador, no Rio de Janeiro, o 1º Encontro Sul-Americano de Populações Afetadas pelos Projetos Financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Dalla Costa destacou que o BNDES é o principal financiador das grandes obras no país. "Praticamente, todas as obras de construção de barragens no Brasil têm 70% a 80% de recursos públicos vindos do BNDES." Por isso, o MAB entende que o banco é responsável, ou corresponsável, pelas consequências que essas obras causam na vida das populações.
"A gente acha que o banco, ao financiar, tem responsabilidade de se preocupar para que haja novos critérios de financiamento dessas obras, e não só hidrelétricas, mas de obras que envolvem mineração, investimentos na produção de carne que avança sobre a floresta amazônica, na celulose, na siderurgia, que afetam a vida de muitas pessoas, que não têm o tratamento social e ambiental devidamente equacionado", expôs Dalla Costa.
Ele defendeu que o banco busque informar, de forma isenta e direta, as populações afetadas, para que elas possam se organizar e reivindicar seus direitos. "Nós queremos que haja maior transparência do banco para que as populações sejam previamente informadas."
O MAB pede também que o BNDES estude formas de apoiar as populações situadas ao redor das obras que, muitas vezes, ficam inteiramente desassistidas. "Nós queremos mudanças nessas posturas e achamos que o banco é responsável por isso."
Dalla Costa lembrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que o Estado brasileiro tem uma dívida com os atingidos por barragens e observou que esse reconhecimento é importante. "E necessário que haja políticas e, no caso do BNDES, que haja transparência e outros critérios, discutidos com a população, para que haja, de fato, mudanças substantivas nas políticas atuais."
fonte : Agência Brasil
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Mario
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domingo, 22 de novembro de 2009
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